sábado, 30 de abril de 2011

O amor como documentos amarelos

Não sei mais o que escrever
Para mostra apenas a você
Poder crê
Que um dia você vai ver
A grande burrice que vai fazer
De nunca me da moral
Nem um papo oral
De apenas segundos
Para que juntos
Possamos descobrir o que e o amor.

Pode acreditar
Que nunca vou te abandonar
Você vai ficar em meus pensamentos
Mesmo como documentos
Que ficam amarelos
Mais que na verdade são belos
Por guardar uma historia
Que sempre vai ficar na minha memória
Guardada apenas por saudades
Vai vira um papel sem verdades
De um amor que nunca vai existir.

A sua memória vai ficar
Mesmo se for para mim chorar
Vou sempre lembrar
De nunca para de te amar
Mesmo se a saudade conquistar
Todo esse amor.

Leopoldo rodighiero pinto

Nos brilhos do sol vou pensar

O sol brilha bem no fundo do mar
Eu fico a imaginar
Pois sei que vou me enganar
Pois ele vai passar
Para o outro lado do mar
Sumindo do horizonte do amar.

Nos brilhos do sol vou pensar
Em poder passar
Novamente da minha forma de amar
Ficando sem ar
Ouvindo musica a cantar
E sempre vou pensar
Em apenas conquistar
O amor antes de ele desalinhar
Da a minha visão.

Leopoldo rodighiero pinto

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As pessoas não percebem

As pessoas não percebem
Que não fazem o bem
Quando a outra pessoa esta triste
Não esta nesta com vontade
De nem olhar para a sociedade
Pensando que pode falar o que quiser
Você tem que ser
O que não e
Para poder agradar a todos.

Só que eu não sou assim
Penso sempre em mim
Em melhorar quando estou triste
Para que eu não desamine
E ver como as pessoas
Algumas não são boas
Para você acreditar
E poder ajudar
Se não elas podem te atrapalhar
Fazendo que você afunde
Espero que você entende.

Amar-te

A vida me persegue
De uma forma que eu regue
A flor que esta preste a nascer
Isso só fez, para você ver
Como ainda te amo
Mostra como eu gamo
Todo por você.

Percebo que teu olhar
Nem mesmo a de passar
Pelo meu coração
Que sempre bateu com grande tensão
Tudo por você.

Agora imagino a pancada
Da minha nunca namorada
A dor que vou sentir
Quando ela não rir
Das minhas brincadeiras de criança
Tentando ter uma esperança
De tentar-te conquistar
Prometo que sempre vou falar
Nunca vou para de te amar
Promete que vai ficar sempre comigo?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Campista nem fiado nem à vista

http://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=183672&com_id=740277&com_rootid=740277&com_mode=nest&com_order=0#comment740277


Eu nasci com tudo pra ter um futuro brilhante. O plano estava todo traçado pra mim. Eu ia ter tudo do bom e do melhor pro resto da minha vida... Só que a minha mãe resolveu fuder com tudo: Ela não quis me dar pro medico que queria me adotar. Eu lembro que eu chorei muito quando escutei minha mãe dizendo não pro doutor (que tinha ficado com pena por ela ser tão novinha e sem marido). Eu chorava, e chorava e chorava... Fiquei tão desesperado querendo ser adotado pelo medico que nesse dia, no primeiro dia de nascido, eu, num ato de agonia, pronunciei a minha primeira palavra nessa terra: “Papai!” Pra vê se comovia a minha mãe NE?! Só que ela não deu o braço a torcer e o Doutor ficou cheio de vergonha. Depois descobri que ele queria me adotar porque estava doido pra comer a minha mãe. Ela era novinha, gostosa, ingênua... Ele era velho (podia adotar até a minha mãe se ela quisesse), maldoso e muito feio... Porem, muito rico. Mas ao contrario da minha mãe, eu estava cagando e andando pra feiúra dele dos infernos. Enfim, deu tudo errado, minha mãe me criou sozinha na humildade e me levou pra morar em frente ao rio Muriaé na cidade de Cardoso Moreira, que na época pertencia á Campos. Aprendi então a pronunciar a minha segunda palavrinha: “FUDEUUUUUUUUUU!!!”
Tive que voltar pra Cardoso Moreira com a minha mãe. Ela me pariu em Italva, pois na época Cardoso não tinha maternidade. Melhor dizendo, Cardoso não tinha porra nenhuma. Cidadezinha pequena, menor do que um cú. Cemitério também não havia naquela cidade... Eu acho que eles jogavam os defuntos no Rio Muriaé. Deve ser por isso que a porra daquele Rio vive transbordando. Nunca vi um Rio pra encher tanto igual o Rio Muriaé. Os peixes tem que mijar fora d’água. Tem ate placas pra eles: “Peixes: Por favor, mijar fora d’água pra evitar o transbordamento!” E eita cidadezinha pra ter velho, heim. Velho lá não morre nem de velhice, tem que haver uma intervenção divina, tipo... Arrancar a alma do corpo a força, porque se não, fica fazendo hora extra na terra a vida toda. Meu Tataravô morreu de algo parecido. O seu Noé (não era seu nome, mas sim seu apelido por causa dos seus 160 anos), único torcedor do time de futebol de Cardoso Moreira. Seu Noé morreu antes de presenciar o time de Cardoso disputar a serie A do campeonato Carioca... Não perdeu porra nenhuma. Na verdade, deixou de ver o puta vexame que o time deu, pois foi rebaixado no mesmo ano. Nem sei o que foram fazer lá. Não culpo o time não, pois eles nem tinham um campo de treinamento... O Rio alagou tudo. Enfim... Que Deus o tenha NE?! Ou não... Não sei.
E em Cardoso Moreira, eles comemoram o “Dia do Sim”. Cardoso na época pertencia a cidade de Campos, o que era muito pior do que ser cardosense... Ser campista! Ai a prefeitura fez um plebiscito de consulta ao povo pra aprovar a emancipação da cidade e do cidadão cardosense. Bom, isso não deu muito trabalho, pois a cidade só tem 12.000 habitantes, o que é quase o numero da torcida do Botafogo. E o povo aprovou na mesma hora. Eu fico imaginando como é que deve ter sido feita essa consulta ao povo... Uma pergunta: “Você quer morrer campista?” E duas opções: “Sim” ou “Nem fiado, nem á vista!” o que formalmente quer dizer: “Nem fudendo!” E assim, com 120.000 votos (cada cidadão votou na opção “Nem fudendo” dez vezes!) Cardoso Moreira se emancipa da cidade de Campos e eu, que não fui adotado por um médico, pelo menos deixei de ser campista.

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segunda-feira, 18 de abril de 2011

A flor morta

A flor que estava no jardim
Estava assim
Um pouco morta
Estou preste a corta
E relação com essa flor
Por ela não me amar.

O jardim e muito lindo
E só apenas essa flor que esta caindo
Por falta de amor
Pelo jardineiro
Que pensa apenas em dinheiro
E não em uma flor
Que mercê todo esse amor.

A flor não esta aquentando
Como e que faz
Para continuar tentando
E trazer ela com saúde e vida
Para esse mundo
Com essa tanta violência
Ainda mais com uma flor.

Nunca terá

Meu dia com você nunca aconteceu
Parece que nem liga para mim
Não esta afim
Você acha que mereceu
Tudo isso que te dou
Nunca rolou.

As folhas estão caindo
´´ Estou ficando velho e acabado ``
Querendo ficar do seu lado
Já estou indo
Para perto de você
Vou poder vê
Todo dia o seu olhar
Junto com o meu
E você poder amar
Um dia eu.

Parece que esse poema
E apenas mais um
Que sempre vou fazer para você
Para nunca te esquecer
Mesmo sabendo que você não leu
Imagino que você ira sentir
Todo esse meu amor que sinto por você.