José de Alencar (1829-1877), admirador confesso de Macedo, chegou de repente para a fama com O guarani (1857), que está para o romance indianista como “I-Juca Pirama” para a poesia. Ambos são realizações básicas, momentos de felicidade criadora e ao mesmo tempo descoberta de uma receita que faz da obra um bem de consumo, por ser uma mensagem facilmente inteligível. Assim como Gonçalves Dias misturou ritmos e tonalidades, Alencar fundiu vários ingredientes românticos e pré-românticos: a reconstituição histórica e o senso cavalheiresco de Walter Scott, a prosa poética de Chateaubriand, o primitivismo factício e ornamental de Ossian, sua própria visão das velhas crônicas brasileiras.
O guarani foi a solução afortunada do que se pedira antes erradamente à epopéia, e desse ponto de vista é fruto dos fracassos e tateios de Magalhães, Gonçalves Dias e do próprio Alencar, que começara em verso Os filhos de Tupã. Preferindo o indianismo à solução épica tradicional, Alencar mostrou que ela era inviável em pleno século XIX e achou o estilo ao mesmo tempo plástico e musical que preconizava, baseado tanto na prosa quanto no verso, e que depois levaria ao máximo de sugestão em Iracema (1865).
Igualmente feliz foi sua fórmula de realismo romântico, inspirada nos franceses do seu tempo e capaz de apresentar com muito mais densidade do que Macedo os problemas humanos no quadro social, o que fez desde Lucíola (1862) até Encarnação, de publicação póstuma. Por outro lado, fecundou o romance regional destinado à maior voga até os nossos dias (O gaúcho, O sertanejo), tornando-se uma espécie de grande intérprete do país inteiro através da ficção.
Com esses escritores estava de certo modo completo o quadro das invocações e sugestões românticas, que seriam nalguns casos, e sobretudo na poesia, desenvolvidas e mesmo superadas pelos mais moços.
Contexto histrico
Temática Barsa v1.1 - Literatura brasileira - Romantismo
A autonomia finalmente conquistada com a criação de uma linguagem autóctone faz do romantismo o primeiro movimento literário genuinamente nacional, com uma visão de mundo particular e formas peculiares de expressão. A poesia e o romance foram os gêneros mais cultivados. O movimento brasileiro teve quatro tendências distintas: a inicial (1836-1840), de caráter nacionalista e patriótico, em que proliferaram os jornais e revistas de duração efêmera sobretudo em torno do grupo liderado por Gonçalves de Magalhães; a indianista, que predominou na década de 1840, quando surgiu também o romance brasileiro de temática urbana; a do individualismo e subjetivismo dos jovens poetas influenciados pelo “mal do século”, que se desenvolveu a partir de 1853; e a liberal e social, iniciada na década de 1860, marcada pelas idéias abolicionistas e republicanas e pela poesia de Castro Alves, prenunciando a transição para o realismo.
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sábado, 25 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Os tempos
Tempo cíclico- E quando o tempo e o universo gira em ciclo acreditando em outra vida
Tempo linear- e um linha sem principio e sem fim,como o calendário por exemplo.
Tempo simultâneo- e quando não se liga para nada o tempo e medido pelos recursos minerais,como o sol,e medida por exemplo pelas nossas ferias escolar
Tempo linear- e um linha sem principio e sem fim,como o calendário por exemplo.
Tempo simultâneo- e quando não se liga para nada o tempo e medido pelos recursos minerais,como o sol,e medida por exemplo pelas nossas ferias escolar
Sem compromisso
pseudo amor = um amor de vez enquanto sem compromisso.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
COMO ESCREVER UM SONETO
Introdução
É quase um desaforo tentar ensinar regras a alguém que pretende escrever um poema, onde cada verso produzido resulta de uma inspiração que, além de individual, é uma manifestação do pensamento livre. Em outras palavras, não dá para dizer a um poeta "seja metódico em seus versos". Deve partir do próprio poeta a iniciativa de seguir ou não as regras que existem nos sonetos.
A maioria dos poetas citados nessas páginas não se limitou a elaborar sonetos. Alguns deles, eu creio, foram atraídos pela história e pela sonoridade dessa composição. Um soneto é uma obra curta criada para transmitir uma mensagem em seus catorze versos, divididos em dois quartetos (grupos de quatro versos) e dois tercetos (três versos), ou três quartetos e um dístico (dois versos).
Métrica
Em primeiro lugar, os versos devem possuir a mesma métrica, ou seja, o mesmo número de sílabas poéticas. Uma sílaba poética é bem diferente de uma sílaba comum. É possível unir duas ou mais palavras em apenas uma sílaba poética. Veja o verso abaixo:
"Busque amor, novas artes, novo engenho..." (Luis de Camões)
Tente ler esse verso devagar, como se fosse uma só palavra, e vá contando quantas pausas existem até a última sílaba tônica.
1 | 2 | 3 |4 | 5 |6 | 7 |8 | 9 |10|
Bus quea mor, no vas ar tes, no voen ge nho
Você encontrou as dez sílabas poéticas, certo? Repare que a expressão "busque amor", aos invés das quatro sílabas comuns (bus-que-a-mor), tem na poesia apenas três sílabas. Costuma-se ensinar as sílabas poéticas como sendo a forma em que são "ouvidos" os versos, por isso a sonoridade é importante em um soneto.
Camões escreveu seus sonetos (e Os Lusíadas também) usando sempre dez sílabas poéticas. Outro exemplo pertence a Vinícius de Moraes:
"De tudo, ao meu amor serei atento..."
Poeticamente, o verso acima é dividido assim:
1 |2 | 3 | 4 |5| 6 |7 | 8 |9|10 |
De tu doao meu a mor se rei a ten to
Versos com dez sílabas poéticas são chamados decassílabos. Outra forma famosa de escrever são os versos alexandrinos ou dodecassílabos (doze sílabas), conforme exemplo:
"Sinto que há na minha alma um vácuo imenso e fundo..." (Machado de Assis)
Tente perceber as doze sílabas. Se não conseguir, veja abaixo como o verso é dividido.
1 |2 | 3 |4 |5 | 6 | 7 |8 | 9 |10 | 11 |12 |
Sin to quehá na mi nhaal maum vá cuoi men soe fun do
Curiosamente, Olavo Bilac, um dos maiores poetas brasileiros, tinha em seu próprio nome um verso alexandrino: Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac. Dizem que ele já nasceu predestinado à poesia. Coincidência ou não, meu nome completo também é um verso alexandrino: Bernardo Sá Barreto Pimentel Trancoso.
Posicionamento de rimas
Além do número de sílabas, outra característica importante de um soneto é a ordem em que os versos rimam, ou posicionamento de rimas. Para os quartetos, existem três formas principais de posicionamento:
Rimas entrelaçadas ou opostas - abba (o primeiro verso rima com o quarto, o segundo rima com o terceiro):
"Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável..." (Augusto dos Anjos)
"Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido,
Porque quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado..." (Gregório de Matos)
Rimas alternadas - abab (o primeiro verso rima com o terceiro, o segundo rima com o quarto):
"Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha..." (Olavo Bilac)
"Quando em teus braços, meu amor, te beijo,
se me torno, de súbito, tristonho,
é porque às vezes, com temor, prevejo
que esta alegria pode ser um sonho..." (Martins Fontes)
Rimas emparelhadas - aabb (o primeiro verso rima com o segundo, o terceiro rima com o quarto):
"No rio caudaloso que a solidão retalha,
na funda correnteza na límpida toalha,
deslizam mansamente as garças alvejantes;
nos trêmulos cipós de orvalho gotejantes..." (Fagundes Varela)
"Nada vai separar; existem laços.
Nem vai desenlaçar, nem nos espaços
Entre os passos que, juntos, damos sós,
Nem antes dos abraços, nem após..." (Bernardo Trancoso)
Os tercetos, por sua vez, são mais flexíveis com relação ao posicionamento das rimas. Fernando Pessoa, por exemplo, usou a estrutura cdc ede nos tercetos a seguir:
"Há saudades nas pernas e nos braços.
Há saudades no cérebro por fora.
Há grandes raivas feitas de cansaços.
Mas - esta é boa! - era do coração
que eu falava... e onde diabo estou eu agora
com almirante em vez de sensação?..."
William Shakspeare, por sua vez, escrevia, ao invés de dois tercetos, um quarteto e um dístico (cdcd ee).
"But thy eternal Summer shall not fade,
Nor lose possession of that fair thou ow'st,
Nor shall Death brag thou wander'st in his shade,
When in eternal lines to time thou grow'st,
So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee..."
Outros exemplos de posicionamento de rimas nos tercetos são cde cde, um dos mais famosos, cde edc e também cce dde. Ao passear pelos sonetos dessas páginas, tente notar que estilo o autor empregou em seus versos. Escolha o que achar melhor para o seu soneto.
Até aqui falei de métricas e de rimas, encontradas na quase totalidade dos sonetos clássicos. Há sonetistas modernos, entretanto, que aboliram esses conceitos, usando versos brancos (sem rima) em suas composições. Martins Fontes escreveu o Soneto Monossílabo, onde cada verso tem uma sílaba apenas.
"Negro jardim onde violas soam
e o mal da vida em ecos se dispersa:
à toa uma canção envolve os ramos
como a estátua indecisa se reflete..." (Carlos Drummond de Andrade)
Sonoridade
O último componente importante de um soneto é a sonoridade, isto é, onde estão as sílabas tônicas (ou fortes) de cada verso. Quando combinadas, essas sílabas fazem com que o soneto se pareça com uma suave canção. Quanto à sonoridade, os versos decassílabos classificam-se em dois tipos: heróicos e sáficos.
"Já Bocage não sou!... À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento..." (Bocage)
Esses são versos decassílabos heróicos, porque as sílabas poéticas tônicas são a sexta e a décima, indicadas em negrito. Todos os 8816 versos de "Os lusíadas" são decassílabos heróicos. Um verso decassílabo sáfico, por sua vez, reforça a quarta, a oitava e a décima sílaba poética:
"Vozes veladas, veludosas vozes..." (Cruz e Souza)
Finalmente, os versos alexandrinos possuem a quarta, a oitava e a décima-segunda sílaba poética como sílabas fortes, ou a sexta, a décima e a décima-segunda.
Conclusão
O que mais torna um soneto possível? A inspiração, o tema, o conhecimento das palavras e das rimas, que serão mais ricas quanto mais rico for o vocabulário do sonetista. Por isso, a leitura de outros sonetos, poesias e livros é importante.
A minha intenção é um dia poder publicar o seu soneto entre essas páginas. Escreva! Assim, você estará dando um passo rumo à eternidade das palavras e dos versos que compõem a nossa tão grandiosa literatura.
É quase um desaforo tentar ensinar regras a alguém que pretende escrever um poema, onde cada verso produzido resulta de uma inspiração que, além de individual, é uma manifestação do pensamento livre. Em outras palavras, não dá para dizer a um poeta "seja metódico em seus versos". Deve partir do próprio poeta a iniciativa de seguir ou não as regras que existem nos sonetos.
A maioria dos poetas citados nessas páginas não se limitou a elaborar sonetos. Alguns deles, eu creio, foram atraídos pela história e pela sonoridade dessa composição. Um soneto é uma obra curta criada para transmitir uma mensagem em seus catorze versos, divididos em dois quartetos (grupos de quatro versos) e dois tercetos (três versos), ou três quartetos e um dístico (dois versos).
Métrica
Em primeiro lugar, os versos devem possuir a mesma métrica, ou seja, o mesmo número de sílabas poéticas. Uma sílaba poética é bem diferente de uma sílaba comum. É possível unir duas ou mais palavras em apenas uma sílaba poética. Veja o verso abaixo:
"Busque amor, novas artes, novo engenho..." (Luis de Camões)
Tente ler esse verso devagar, como se fosse uma só palavra, e vá contando quantas pausas existem até a última sílaba tônica.
1 | 2 | 3 |4 | 5 |6 | 7 |8 | 9 |10|
Bus quea mor, no vas ar tes, no voen ge nho
Você encontrou as dez sílabas poéticas, certo? Repare que a expressão "busque amor", aos invés das quatro sílabas comuns (bus-que-a-mor), tem na poesia apenas três sílabas. Costuma-se ensinar as sílabas poéticas como sendo a forma em que são "ouvidos" os versos, por isso a sonoridade é importante em um soneto.
Camões escreveu seus sonetos (e Os Lusíadas também) usando sempre dez sílabas poéticas. Outro exemplo pertence a Vinícius de Moraes:
"De tudo, ao meu amor serei atento..."
Poeticamente, o verso acima é dividido assim:
1 |2 | 3 | 4 |5| 6 |7 | 8 |9|10 |
De tu doao meu a mor se rei a ten to
Versos com dez sílabas poéticas são chamados decassílabos. Outra forma famosa de escrever são os versos alexandrinos ou dodecassílabos (doze sílabas), conforme exemplo:
"Sinto que há na minha alma um vácuo imenso e fundo..." (Machado de Assis)
Tente perceber as doze sílabas. Se não conseguir, veja abaixo como o verso é dividido.
1 |2 | 3 |4 |5 | 6 | 7 |8 | 9 |10 | 11 |12 |
Sin to quehá na mi nhaal maum vá cuoi men soe fun do
Curiosamente, Olavo Bilac, um dos maiores poetas brasileiros, tinha em seu próprio nome um verso alexandrino: Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac. Dizem que ele já nasceu predestinado à poesia. Coincidência ou não, meu nome completo também é um verso alexandrino: Bernardo Sá Barreto Pimentel Trancoso.
Posicionamento de rimas
Além do número de sílabas, outra característica importante de um soneto é a ordem em que os versos rimam, ou posicionamento de rimas. Para os quartetos, existem três formas principais de posicionamento:
Rimas entrelaçadas ou opostas - abba (o primeiro verso rima com o quarto, o segundo rima com o terceiro):
"Vês?! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável..." (Augusto dos Anjos)
"Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado,
Da vossa alta clemência me despido,
Porque quanto mais tenho delinqüido,
Vos tenho a perdoar mais empenhado..." (Gregório de Matos)
Rimas alternadas - abab (o primeiro verso rima com o terceiro, o segundo rima com o quarto):
"Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha..." (Olavo Bilac)
"Quando em teus braços, meu amor, te beijo,
se me torno, de súbito, tristonho,
é porque às vezes, com temor, prevejo
que esta alegria pode ser um sonho..." (Martins Fontes)
Rimas emparelhadas - aabb (o primeiro verso rima com o segundo, o terceiro rima com o quarto):
"No rio caudaloso que a solidão retalha,
na funda correnteza na límpida toalha,
deslizam mansamente as garças alvejantes;
nos trêmulos cipós de orvalho gotejantes..." (Fagundes Varela)
"Nada vai separar; existem laços.
Nem vai desenlaçar, nem nos espaços
Entre os passos que, juntos, damos sós,
Nem antes dos abraços, nem após..." (Bernardo Trancoso)
Os tercetos, por sua vez, são mais flexíveis com relação ao posicionamento das rimas. Fernando Pessoa, por exemplo, usou a estrutura cdc ede nos tercetos a seguir:
"Há saudades nas pernas e nos braços.
Há saudades no cérebro por fora.
Há grandes raivas feitas de cansaços.
Mas - esta é boa! - era do coração
que eu falava... e onde diabo estou eu agora
com almirante em vez de sensação?..."
William Shakspeare, por sua vez, escrevia, ao invés de dois tercetos, um quarteto e um dístico (cdcd ee).
"But thy eternal Summer shall not fade,
Nor lose possession of that fair thou ow'st,
Nor shall Death brag thou wander'st in his shade,
When in eternal lines to time thou grow'st,
So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee..."
Outros exemplos de posicionamento de rimas nos tercetos são cde cde, um dos mais famosos, cde edc e também cce dde. Ao passear pelos sonetos dessas páginas, tente notar que estilo o autor empregou em seus versos. Escolha o que achar melhor para o seu soneto.
Até aqui falei de métricas e de rimas, encontradas na quase totalidade dos sonetos clássicos. Há sonetistas modernos, entretanto, que aboliram esses conceitos, usando versos brancos (sem rima) em suas composições. Martins Fontes escreveu o Soneto Monossílabo, onde cada verso tem uma sílaba apenas.
"Negro jardim onde violas soam
e o mal da vida em ecos se dispersa:
à toa uma canção envolve os ramos
como a estátua indecisa se reflete..." (Carlos Drummond de Andrade)
Sonoridade
O último componente importante de um soneto é a sonoridade, isto é, onde estão as sílabas tônicas (ou fortes) de cada verso. Quando combinadas, essas sílabas fazem com que o soneto se pareça com uma suave canção. Quanto à sonoridade, os versos decassílabos classificam-se em dois tipos: heróicos e sáficos.
"Já Bocage não sou!... À cova escura
Meu estro vai parar desfeito em vento..." (Bocage)
Esses são versos decassílabos heróicos, porque as sílabas poéticas tônicas são a sexta e a décima, indicadas em negrito. Todos os 8816 versos de "Os lusíadas" são decassílabos heróicos. Um verso decassílabo sáfico, por sua vez, reforça a quarta, a oitava e a décima sílaba poética:
"Vozes veladas, veludosas vozes..." (Cruz e Souza)
Finalmente, os versos alexandrinos possuem a quarta, a oitava e a décima-segunda sílaba poética como sílabas fortes, ou a sexta, a décima e a décima-segunda.
Conclusão
O que mais torna um soneto possível? A inspiração, o tema, o conhecimento das palavras e das rimas, que serão mais ricas quanto mais rico for o vocabulário do sonetista. Por isso, a leitura de outros sonetos, poesias e livros é importante.
A minha intenção é um dia poder publicar o seu soneto entre essas páginas. Escreva! Assim, você estará dando um passo rumo à eternidade das palavras e dos versos que compõem a nossa tão grandiosa literatura.
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